CRIMES CIBERNÉTICOS: A VÍTIMA É VOCÊ

Fonte: http://www.cnasi.com.br

Crimes financeiros, roubo de dados, golpes virtuais, bullying cibernético, roubo de identidade, pornografia e pedofilia infantil, privacidade, estão atualmente entre os temas que mais atraem a atenção quando se fala em tecnologia e segurança da informação. São diversos os casos que vimos na mídia e ouvimos falar, isso quando não conhecemos alguém ou fomos nós mesmos vítimas de um golpe, de uma fraude, ou de um ataque onde os criminosos se valeram da utilização de recursos de tecnologia da informação.

Com a utilização dos phishing scams, que estão cada vez mais sofisticados e muitas vezes focados em alvos específicos (spear phishing), o usuário deve desconfiar se um e- mail não é esperado ou se possui algo que é muito bom (ou muito ruim). Em dúvida, entre em contato com o remetente ou cheque com a equipe de segurança de sua empresa.

Além disso, devemos considerar que os navegadores são os principais meios de interação com a Internet e têm sido um alvo considerável por parte dos criminosos. Por oportuno, é altamente recomendável manter o seu navegador sempre atualizado com a última versão, observando que o mesmo procedimento deve ser buscado com o sistema operacional e demais aplicativos em seu computador. Programas como Secunia Personal Software Inspector auxiliam bastante nessa tarefa de checar se o seu computador está com todos os programas atualizados. E procure também não instalar plugins ao seu navegador, pois eles adicionam mais vulnerabilidades, e, se o fizer, mantenha-os atualizados. O Qualys Browser Check pode ajudar na checagem do navegador e seus plugins.

Informações pessoais têm sido largamente utilizadas por quadrilhas, que buscam utilizá-las para diversas atividades criminosas, desde montar um perfil com vistas à realização de um sequestro até a de furtos em residências desocupadas. Divulgue sua preocupação com privacidade para os seus familiares e amigos, pois, eles podem estar colocando informações pessoais e fotos suas sem o seu conhecimento, com especial atenção às redes sociais.

Especialmente, converse com seus filhos sobre os riscos do uso da Internet, estabelecendo regras de uso, definindo um usuário com permissões limitadas ao computador, e, se for o caso, configure ou instale um programa para monitorar e controlar o acesso. Lembre-os que uma informação na Internet pode ser lida por milhares de pessoas e permanecer armazenada por muitos anos. Mesmo que seja apagada a informação pode estar armazenada em algum sítio fora do seu controle. Os estragos podem impactá-lo não apenas no presente, como por exemplo o caso de um aluno expulso de uma escola primária devido a postagens no twitter, e também no futuro, em situações que empregadores vasculham a vida de potenciais empregados.

Trate as suas senhas pensando nos problemas que pode ter caso alguém as utilize e se faça passar por você. Pense que se a senha é fácil de adivinhar, um criminoso poderá facilmente acessar sua conta. As perguntas para recuperação de senha também devem ser bem pensadas, pois muitas vezes a resposta pode ser encontrada na Internet. De modo geral, uma senha deve possuir dez ou mais caracteres, sendo pelo menos um número, uma letra maiúscula e um caractere especial.

A utilização de dispositivos móveis também tem sido abordada por diversas maneiras pelos criminosos. O valor de um laptop, smartphone ou pendrive pode ser interessante para um meliante, mas, em muitos casos, a informação armazenada nestes dispositivos possui um valor muito maior do que o próprio bem. Para tanto, proteja estes dispositivos com senhas, utilize criptografia para tornar a informação ilegível para alguém que não tenha a senha e desabilite o bluetooth quando não o estiver utilizando. Se for doar algum dispositivo, faça uma deleção segura (wipe) antes de doá-lo.

Preste também muita atenção a redes wi-fi públicas, onde todo o tráfego pode ser interceptado e suas informações monitoradas, sendo que já foram reportados diversos casos de redes falsas criadas por criminosos especialmente para este fim. Utilize rede privada virtual (VPN) para transmitir dados importantes ou logar em sua rede e nunca entre com informações pessoais ou financeiras em computadores que você não controla, especialmente os de cyber cafés e de lobbies de hotéis.

Enfim, mesmo com a adoção de todas as devidas salvaguardas possíveis (criptografia, senhas de difícil adivinhação, atualização de programas, utilização de antivírus e firewall, VPN, etc), sempre haverá o risco de ser vítima de um crime cibernético. Fique alerta para mensagens do seu antivírus, senhas que não funcionam mais, repentina degradação de performance do seu computador e comportamento incomum do seu navegador. Em caso de suspeitas, cabe contatar um especialista em crimes cibernéticos ou as autoridades competentes o quanto antes e não realizar nenhuma operação que possa comprometer ou contaminar provas.

Marcelo Caiado, M.Sc., CISSP, GCFA, EnCE, trabalha como Perito em Informática na Procuradoria Geral da República. Possui mais de 10 anos de experiência nacional e internacional em segurança da informação e investigação de crimes cibernéticos. É professor em cursos de extensão e de pós-graduação, além de palestrante em diversos seminários e conferências.

Para melhor lidar com alguns dos problemas oriundos da atual sociedade da informação, cabe a cada um de nós buscar informações que possam esclarecer como os criminosos operam no meio virtual, e quais práticas podem minimizar os riscos de ser mais uma vítima.

Nesse sentido, devemos estar conscientes de que apesar de utilizações empolgantes que surgem com o uso da Internet, é necessário estarmos alertas aos riscos que vêm junto com essa utilização.

Correios eletrônicos e programas de mensagens instantâneas são formas muito comuns de tentativa de comprometimento de um computador. É muito fácil realizar uma impostura do remetente, alterar o link de um e-mail para direcionar para outro endereço, adicionar anexos que exploram vulnerabilidades em um grande número de computadores, entre outras práticas.

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White Rabbit – Jefferson Airplane

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Jefferson Airplane

Fonte: http://whiplash.net

Por Leila Petrini

Fonte: http://www.jeffersonairplane.com

Umas das bandas mais famosas na década de 60, Jefferson Airplane é geralmente associada a drogas como maconha e LSD, talvez por causa do sucesso estrondoso de White Rabbit. Porém sua música vai muito além disso. Por ter membros tão diferentes entre si houve vários temas como canções, desde baladas românticas até letras ácidas contra o ser humano, passando pelas viagens alucinógenas. Alguns críticos dizem que suas letras são datadas e não representam mais a época atual, e por isso não devem ser levados tão a sério. Besteira. É só ler a letra de “Eskimo Blue Day”, que diz sobre a falta de respeito da humanidade com a natureza. Não é isso que acontece hoje em dia? A banda deve ser levada a sério, sim, não só por causa das letras inteligentes, sarcásticas, irônicas, românticas, mas também pelos ótimos músicos que passaram por ela, e pelo belíssimo conjunto vocal, além, é claro, da experimentação musical. Todos estes itens muito raros no rock atual.

Foi a única banda a participar dos três maiores festivais da época – Monterey, Woodstock e Altamont. Acabou se desintegrando devido à briga de egos entre eles mesmos, algo absolutamente normal numa banda em que todos tinham importância fundamental, podendo seguir carreira solo se quisessem sem nenhum problema, o que realmente aconteceu com cada um que fez parte da formação que existiu por mais tempo (e a que deu mais certo) – Grace Slick (vocal), Marty Balin (vocal), Paul Kantner (guitarrista), Jorma Kaukonen (guitarrista), Spencer Dryden (baterista) e Jack Casady (baixista).

Aqui segue uma cronologia da banda, que dá um panorama geral de sua história. Sugiro entrar no site oficial (www.jeffersonairplane.com) para conhecer melhor cada integrante que passou por ela (e não foram poucos!):

Marty Balin torna-se amigo de classe de Bill Thompson, em janeiro de 1965, que viria a ser o empresário da banda.

Balin, representando a banda que viria a formar, convence 3 investidores para que cada um contribua com 3000 dólares para compra e renovação de uma pizzaria falida. O primeiro a entrar para a banda é o guitarrista Paul Kantner, que Balin conheceu num clube local chamado Drinking Gourd. Kantner, por sua vez, recomenda Jorma Kaukonen, que havia conhecido na Universidade de Santa Clara, na Califórnia. O baixista Bob Harvey e o baterista Jerry Peloquin completam a seção de instrumentistas da banda. Signe Anderson, que havia cantado em Portland, como a garota da banda Two Guys & A Girl, foi ouvida por Marty no Drinking Gourd, onde seu irmão era o zelador, e completou a formação. Eles adotaram o nome depois do músico local de blues Steve Talbot sugerir a Kaukonen o nome de um fictício cantor de blues Blind Thomas Jefferson Airplane, uma paródia de Blind Lemon Jefferson.

O grupo faz sua estréia na abertura do clube Matrix, em agosto de 1965, um show que teve o review feito pelo jornalista do San Francisco Chronicle John Wasserman. Thompson, que havia trabalhado na seção de cópias no Chronicle convence Ralph Gleason a ver um show deles no Matrix. Peloquin é logo substituído por Skip Spence, obrigado a tocar bateria, instrumento na qual teve uma pequena experiência (ele era guitarrista).

Um evento de música, dança e shows de luz chamado “A tribute to Dr. Strange” é organizado pelo Family Dog, grupo pioneiro de hippies. Neste evento estão, além do Airplane, o Great Society, cuja cantora – Grace Slick – é admirada por Kantner. Em outubro de1965 Harvey é substituído por Jack Casady, que tocou com Kaukonen numa banda de rock de Washington – The Triumphs – no fim dos anos 50.

Em outubro de 1965, a banda participa do primeiro show em benefício à “San Francisco Mime Troupe”, organizada por Bill Graham. Participa também do concerto inicial no Fillmore Auditorium, juntamente com o Great Society, John Handy Quintet, Mistery Trend, e Sam Thomas & The Gentlemen.

Com um acordo assinado por 25 mil dólares pelo novo empresário Matthew Kantz e Neely Plumb da gravadora West Coast A & R, da RCA, o grupo grava suas primeiras músicas (It’s no Secret, Runnin’ Round the world, High Flyin’ Bird, It’s alright e Run around) em Los Angeles, com produção de Tommy Oliver.

Seguindo o lançamento de seu primeiro single – It’s no secret – em janeiro de 1966, a banda toca no Fillmore Auditorium, juntamente com Big Brother & The Holding Company, Quicksilver Messenger service, Grass Roots e Great Society. Com o passar dos anos a banda tocará mais de 10 vezes nesse local, juntamente com o Grateful Dead ou Paul Butterfield.

Spence separa-se da banda e parte para o México, indo antes para Bay Area formando a banda Moby Grape. Em seu lugar é colocado Spencer Dryden, que fazia parte do The Ashes (que depois viria a ser o Peanut Butter Conspiracy).

Em junho de 1966 o grupo participa do “KFRC presents the Beach Boys Summer Spectacular”, no Cow Palace em San Francisco, juntamnete com Beach Boys, Lovin’ Spoonful, Chad & Jeremy, Percy Sledge, The Byrds e o Sir Douglas Quintet, entre outros. Foi lá que um grupo de fãs apareceu com adesivos e buttons escrito “Jefferson Airplane Loves You”.

Pouco antes de lançar seu primeiro álbum, a banda despede o empresário Kantz, recolocando em seu lugar Bill Thompson.

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O grupo se apresenta no “Monterey Jazz festival”, sendo o primeiro grupo de rock a fazê-lo., em setembro de 1966.

Signe Anderson, não tendo como conciliar a gravidez com a banda, faz sua última aparição com o Airplane em outubro de 1966 no Fillmore Auditorium. Slick faz sua estréia no grupo, trazendo duas canções de sua antiga banda : White Rabbit e Somebody to Love.

A banda toca no primeiro “Human Be-In” no Golden Gate Park, em San Francisco, antes de entrar na primeira turnê pela costa leste.

Somebody to Love é lançado em março de 1967, e é tema de uma matéria de 6 páginas da revista Look, onde é creditada como uma das principais influências do “Summer of Love”.

Surrealistic Pillow, o primeiro álbum com Grace Slick e Spencer Dryden, com participação de Jerry Garcia (do Grateful Dead), chega a terceiro nas paradas americanas, ganhando um disco de ouro. A banda é a sexta a tocar no “Monterey International Pop Festival”.

Surrealistic Pillow é lançado no Reino Unido numa edição em que foi excluída faixas como “White rabbit” e “Plastic Fantastic Lover”, substituídas por outras que não foram incluídas no primeiro álbum lançado lá.

After Bathing at Baxter’s – terceiro álbum da banda – atinge o 17º lugar nas paradas americanas, em fevereiro de 1968. Nesse mesmo mês Jack Casady participa do álbum Eletric ladyland, de Jimi Hendrix, e no Togheter de Country Joe & The Fish.

Em abril de 1968 o Airplane abre o clube Kaleidoscope, em Los Angeles, com o Canned Heat.

Em junho de 1968 o grupo aparece na capa da revista Life, que tem artigos sobre o Cream, The Doors, Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Mothers of Invention e The Who, sob o título de “Jefferson Airplane, grupo de rock no ápice, com música que envolve o mundo inteiro”.

A mansão localizada na 2400 Fulton St, em San Francisco, é comprada pela banda para servir de sede por 73 mil dólares (e depois vendida em 1985 por 700 mil dólares).

Em agosto de 1968 toca no Newport Pop Festival, em Costa Mesa, junto com The Byrds, Canned Heat, Grateful Dead, Sonny & Cher, Steppenwolf, e outros.

O 4º disco da banda – Crown of Creation – fica em 6º lugar nos Estados Unidos, em novembro de 1968.

O diretor francês Jean-Luc Godard filma a banda tocando no telhado em Manhatan, para seu filme “One American movie”, mas desiste de fazê-lo. O filme é transformado em um documentário por D.A. Pennebaker, com o nome “One P.M.” .

Em dezembro de 1968 Kaukonen e Casady formam um grupo como projeto paralelo: Hot Tuna.

Em janeiro de 1969 Slick é hospitalizada com a suspeita de tumor na garanta, fazendo sua segunda operação nas cordas vocais.

É lançado o álbum ao vivo Blees Its Pointed Little Head, sendo o primeiro álbum da banda a entrar nas paradas inglesas, no 38º lugar por uma semana.

O grupo lidera um concerto em agosto de 1969 em Lenox, junto com B.B. King e The Who. Nesse mesmo mês toca na manhã do segundo dia (domingo) no “Woodstock Music & Art Fair”, em Bethel.

Em novembro de 1969 o grupo toca no Fillmore East com Slick vestida de Hitler e com participação do ator Rip Torn como Richard Nixon.

Volunteers, o 5º álbum e o mais político da banda fica em 13º nas paradas dos EUA.

Em dezembro de 1969 participa do fatídico concerto em Altamont Speedway, onde Balin foi atacado no meio de uma música por um dos “seguranças” dos Hell’s Angels.

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Em fevereiro de 1970 Dryden sai da banda e ingressa no New Riders of the Purple Sage, em 1971. Em seu lugar entra Joey Covington, que já havia tocado com o Hot Tuna.

Em junho de 1970 o grupo se apresenta no “Bath Festival of Blues & Progressive Music”, na Inglaterra, com o Led Zeppelin.

Em outubro Slick, grávida de Kantner, fica impossibilitada de fazer aparições ao vivo. Casady e Kaukonen, que por algum tempo tocavam com o Airplane como Hot Tuna ou como um duo acústico, formalizam sua saída do grupo. Eles convidam o violinista “Papa” John Creach, que viria a ser um membro do Airplane, fazendo sua estréia em Winterland no dia 5. Balin recusa-se a participar em luto por Janis Joplin, que tinha falecido um dia antes.

Em janeiro de 1971 Slick dá à luz à uma menina, chamada China.

Em fevereiro é lançada a coletânea “The Worst of Jefferson Airplane”.

Em abril de 1971 Balin deixa a banda, ficando um ano afastado da música, retornando para produzir a banda Grootna para a gravadora Columbia em 1972, sendo o vocalista da Boudacious D.F. no ano seguinte.

Em agosto de 1971 a banda lança seu próprio selo, a Grunt Records.

O 1º álbum pelo novo selo e 6º da banda – Bark – fica em 11º nos EUA, ganhando um disco de ouro.

Em abril de 1972 o grupo se reúne para sessão de gravação, e durante ela Covington deixa o grupo para se juntar ao Black Kangaroo. É substituído pelo ex-baterista do The Turtles John Barbata

O grupo toca no Roosevelt Raceway, em Long Island, como parte do “Festival of Hope”, em benefício à The Nassau Society for Crippled Children and Adults. Slick é nocauteada e Kantner é ferido durante uma briga depois do responsável pelos equipamentos Chick Casady (irmão de Jack) chamar a polícia de “porcos” durante um show no Rubber Bowl, em Akron. É preso pela polícia.

Em setembro de 1972 o 7º álbum da banda – Long John Silver – alcança a 20º posição nas paradas americanas e durante uma semana fica em 30º no Reino Unido.

O último show do Airplane ocorre em Winterland, com o guitarrista David Freiberg do Quicksilver Messenger Service e Marty Balin como convidados.

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Em abril de 1973 o Airplane lança o álbum ao vivo Thirty Seconds Over Winterland.

Em agosto de 1989 os principais membros se reúnem para um álbum e uma turnê. Seguido de uma série de reuniões parciais, Grace Slick, Marty Balin, Paul Kantner, Jorma Kaukonen e Jack Casady lançam Jefferson Airplane, o 1º álbum juntos depois de 17 anos. Grace recentemente havia deixado o Starship, a banda que seguiu ao Jefferson Starship, que ela mesma fundou após a ruína do Jefferson Airplane. Paul Marty e Jack tinham gravado juntos por um breve tempo como KBC Band. Paul também tinha se juntado com o Hot Tuna de Jorma e Jack durante uma turnê, preparando a cena para a volta do Airplane. Ao invés de chamarem algum dos bateristas que tocaram na banda, o grupo chamou Kenny Aronoff, que tinha trabalhado com John Mellencamp. Ron Nevison, que tinha produzido alguns álbuns de Grace e do starship, é covocado para a produção. O melhor resultado do álbum foi um desapontante 85º lugar. Os críticos detonaram abertamente o álbum, mas a turnê recebeu muitos reviews positivos, apesar do fato da banda ter sido ajudada por muitos outros músicos.

Em setembro, após a turnê que teve mais de 25 datas, concluída num show gratuito no Golden Gate Park, o Jefferson Airplane se desfaz definitivamente, com Grace e Dryden se retirando do meio musical. A revista Rolling Stone chama a turnê como “a mais não-desejada volta do ano”.

Em janeiro de 1996 a banda entra para o Rock and Roll Hall of Fame no 11º jantar anual. Mickey Hat e Phil Lesh do Grateful Dead são os apresentadores.

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Depoimentos (Somos Gays * Somos Lésbicas)

Fonte: igay.ig.com.br

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Aos 20 anos, gays só querem saber de festa, de virar a noite na balada, de “pegar” todos os garotos que cruzarem pelo caminho. Aos 30, continuam gostando de festa e passam horas na academia para continuar parecendo com eles mesmos aos 20 anos. Aos 60, são sozinhos porque não têm família.

Com as lésbicas, os namoros evoluem para casamentos na velocidade da luz. Quando a história chega ao fim, elas transformam as ex-namoradas em melhores amigas, numa fila interminável de mulheres que só tende a crescer. Aos 30, seriamente envolvidas em algum relacionamento, desistem de qualquer vida social para cuidar de cachorros ou gatos.

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Esses são alguns dos maiores clichês ligados à homossexualidade. Será que são verdadeiros? O iGay conversou com homens e mulheres dos 20 aos 60 anos para saber como o mundo era (ou é) quando foi a vez deles enfrentarem a família para assumir sua homossexualidade e como cada um deles encara questões como namoro, sexo e vida social, e descobriu que a vida é cheia de surpresas em qualquer idade. E que, no fim, a vida dos homossexuais não é uma categoria à parte. É comum e natural, tão cheia de drama e diversão como qualquer outra.

Veja abaixo os depoimentos:

“Não tenho dúvidas quanto a isso, quero ser mãe”

Jessica Tauane, 21 anos: “Eu demorei para assumir que sou lésbica. Primeiro porque não me aceitava, achava que era errado gostar de mulheres. Imagina, eu frequentava a igreja, tinha namorado. Até entrei em depressão porque não me aceitava, passei boa parte da minha adolescência trancada no meu quarto. Por isso, quando finalmente saí do armário, meus pais ficaram surpresos, mas ao mesmo tempo aliviados, porque entenderam o que estava acontecendo comigo. E viram como aquilo estava me fazendo bem.

“Entrei em depressão porque não me aceitava, passei boa parte da minha adolescência trancada no meu quarto. (Jessica).

Hoje eu converso com minha mãe sobre minhas namoradas, ela dá conselhos, não escondo nada. A mesma coisa com os meus amigos da época da igreja. Um deles inclusive me contou que tinha preconceito contra gays, que xingava, mas mudou de comportamento por minha causa. É uma coisa que até me deixa orgulhosa, porque dei minha contribuição para acabar com o preconceito. Eu gosto muito de namorar. Mesmo se estou só ficando com uma menina, é só com ela. Também tenho o costume de levar as meninas para conhecer minha família logo que conheço. É um problema, porque quando a gente termina todo mundo fica perguntando dela (risos). Também sou muito caseira. Para o futuro, me imagino casadíssima e com filhos. Não tenho dúvidas quanto a isso, quero ser mãe.”

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“Essa coisa de ´oi, tudo bem, vamos transar?´me deixa desconfortável”

Victor Larguesa, 21. “Contei para meus pais que era gay com 17 anos. Foi tranquilo, até porque tenho certeza de que eles já sabiam. Desde criança, minhas amigas eram todas meninas (risos). Percebo que eles se esforçam para encarar tudo com naturalidade. Meu pai, por exemplo, uma vez foi numa boate gay comigo porque queria conhecer meus amigos e saber onde eu ia. Foi engraçado, porque um amigo meu me cumprimentou gritando e pulando no meu colo e, na hora de falar com meu pai falou “como vai o senhor?”.

“Para o futuro, me imagino namorando sério. Até hoje só tive um namorado. O resto são ficantes, alguns mais fixos, outros menos. (Victor)

Também nunca tive problemas com as pessoas da faculdade. No máximo elas olhavam quando eu vinha com uma roupa mais chamativa, mas nunca houve nada agressivo. Na verdade, não me preocupo muito com a opinião dos outros. Para o futuro, me imaginando namorando sério. Mas não faço muitos planos nesse sentido. Até hoje só tive um namorado. O resto são ficantes, alguns mais fixos, outros menos. Não me sinto muito à vontade com sexo casual. Claro, não vou dizer que eu não faço, mas essa coisa de “oi, tudo bem, vamos transar” me deixa desconfortável.”

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“Passou aquela pressa que eu tinha aos 20”

Carolina Muricca, 34. “Sabe que já nem me lembro mais quantos anos eu tinha quando contei para minha família que era lésbica? Acho que uns 23, por aí. Já tinha tido uma namorada na época da faculdade e meus pais já deviam desconfiar daquele mesmo nome de menina aparecendo em todas as minhas histórias. Um dia minha mãe não aguentou e perguntou. A reação não foi nada positiva. Eles ficaram arrasados e eu, por consequência, também. Os meses seguintes àquela pergunta foram, sem dúvida, os mais difíceis que eu tive até hoje. Hoje em dia meus pais já lidam melhor com o assunto, conhecem minha namorada e se dão bem com ela. Quando eu era mais nova, saía de quinta a domingo. Agora, ainda gosto de sair à noite, mas dou mais valor a acordar bem e cedo na manhã seguinte. Não existe mais aquela angústia de ter que ter um programão pra cada dia do fim de semana.

“Viva os 30 anos! A grana não é mais tão curta, as amizades ficam mais sólidas e eu já sei cozinhar mais do que um miojo. (Carolina)

Hoje em dia, se eu não tiver nada pra fazer, fico aliviada. A vida aos 30 é bem mais estável do que aos 20. E estabilidade não passava muito pela minha cabeça quando era mais jovem. Eu tinha muita pressa, queria fazer tudo que existia para fazer: morar fora, ter experiências. Depois a pressa passou. Aos 20 anos, também tinha todas aquelas inseguranças de primeira vez que aos 30 e poucos já não existem mais. O sexo, por exemplo, fica melhor com o passar dos anos, muito mais divertido e menos ansioso. Apesar de não ter mais energia pra virar a noite com amigos e ir trabalhar no dia seguinte, de não sair impune depois de uma bebedeira, por enquanto eu vejo só vantagens em ficar mais velha. A grana não é mais tão curta, as coisas em volta ficam mais claras, as amizades ficam mais sólidas e eu já sei cozinhar mais do que um miojo. Viva os 30!”

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Homossexualidade é assunto que não existe dentro das salas de aula
Escola é criticada por mostrar pessoas do mesmo sexo como símbolo de ‘repulsão’
Patricia Galucci, 24 anos, cineasta: “Meu objetivo sempre foi dizer a verdade”

“Aos 20, pensava que com 30 seria um `adulto´, sem interesses banais”

André Levy, 33. “Assumi para minha família com 21 anos, dois anos depois de “descobrir” que era gay. Minha mãe um dia me perguntou numa boa e teve um papel fundamental na minha saída do armário, pois pediu minha permissão para passar a notícia adiante e criou espaço para que eu pudesse ser mais honesto com todos e comigo mesmo. Minha família é grande e a maneira como sempre acolheram meus amigos e namorados com carinho e respeito nunca mudou desde então. Acho que faço parte de uma das primeiras gerações que teve uma mão da internet nesse processo – foi através dela que surgiram meus primeiros amigos e relacionamentos gays. Aos 20 anos, fiz muitos amigos pela internet, que felizmente migraram para a vida real. Nessa época, eu frequentava os lugares que meus amigos frequentassem – eventualmente lugares de que eu também gostava. Mas paciência pra baladinhas eu nunca tive muita. Nunca gostei de multidões e me sinto mais à vontade entre poucas pessoas. Prefiro bares a baladas, mas reuniões em casas de amigos ainda são meus eventos favoritos.

“Quando penso na passagem do tempo, o que vejo de mais positivo é que sempre tem algo novo para se viver pela primeira vez. (André)

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Aos 20 anos, pensava que com 30 eu já seria um “adulto”, 100% estável e sem interesses banais. Na realidade ainda me sinto extremamente imaturo em alguns aspectos. Por outro lado, naquele tempo não imaginaria que com 30 e poucos anos pudesse ainda estar aprendendo tanto, arriscando ou descobrindo novas paixões. Meus 30 anos estão sendo muito mais interessante do que aquela visão idealizada que eu tinha. O lado ruim de ficar mais velho é obviamente o físico, mas qualquer um consegue administrar isso se tiver a cabeça no lugar. Mas quando penso na passagem do tempo, o que vejo de mais positivo é que tem sempre algo novo pra se viver pela primeira vez. Só é possível colecionar experiências ficando mais velho. Quando era mais novo achava que os 30 seriam meu auge de realização. Felizmente estava errado. O melhor está por vir.”

“Eu e minhas amigas compartilhamos a negação de nos sentir velhas”

Nina Lopes, 40. “Como minha lesbiandade veio à tona quando eu tinha 16 anos, foi tão difícil para mim quanto para os meus pais. Ninguém sabia lidar com aquilo e não existia tanta informação sobre o assunto como há hoje. A aceitação foi lenta, mas agora a convivência é absolutamente natural. Eu e minha companheira somos tratadas como um casal, com todo o respeito e carinho, por ambas as famílias. Minha geração mudou muito. Há alguns anos, a mulher de 40 anos era considerada uma senhora. Eu e minhas amigas compartilhamos a negação de nos sentir como velhas, principalmente quando a discussão surge no meio de uma partida de vídeo game (risos). A maior vantagem de ficar mais velha é a experiência, sem dúvida. Olhar para trás e ver quanta burrice eu já fiz e saber escolher coisas que não vão me fazer errar mais. Essa segurança se expande para todos os aspectos, inclusive o sexual. Tive bastante tempo para aceitar meu corpo, pra me sentir bem dentro dele. Sempre fui muito magra e isso me incomodava bastante. Hoje ainda tento dar uma “encorpada”, mas isso já não me constrange mais. Me sinto extremamente à vontade e isso faz toda a diferença.

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“Já não tenho muito pique para passar as noites em claro. Prefiro um bom restaurante ou um cinema. Adoro ficar em casa! (Nina)

De desvantagem, acho que a baixa da energia é a maior. O metabolismo vai ficando mais lento e já não sou mais tão resistente. Antes eu trabalhava 18 horas por dia e aguentava, hoje só em caso de extrema necessidade. Acho que a intolerância também é um aspecto negativo. Já não tenho mais tanta paciência quanto tinha antes. Apesar de atuar como DJ, sou uma pessoa caseira. Quando era mais nova, queria sair, conhecer pessoas, curtir. Com a idade fui ficando mais preguiçosa. Já não tenho muito pique para passar as noites em claro e prefiro um bom restaurante ou um cinema. Adoro ficar em casa!”

“Grandes amigos que fazem sexo é uma forma maior e melhor de namoro”

Sérgio Alves, 47. “Para mim, nunca houve um assumir do tipo chegar e dizer ser gay. Minha família foi percebendo porque nunca fingi ser nada diferente do que fui me descobrindo ser. Na adolescência ficou mais óbvio por conta dos amigos de sempre serem mulheres ou gays e ter sempre um único amigo homem de cada vez, cuja “amizade” nunca ia além de alguns meses. Aos 20 anos, eu queria relacionamentos românticos como os que via no cinema e na TV, queria de alguma forma acreditar que o fato de ser dois homens não mudaria a natureza de uma relação. Consegui viver um relacionamento intenso com o cara com quem fui casado por sete anos. Tudo o que eu esperava e imaginava que um relacionamento pudesse ter, nós tivemos. Hoje acredito que a amizade é a grande forma de amor entre homens, grandes amigos que fazem sexo é o que penso ser uma forma maior e melhor de namoro. Mas não é algo tão simples de se ter do jeito que penso que deva ser.

“Aos 20 anos, queria acreditar que o fato de serem dois homens não mudaria a natureza de uma relação. (Sérgio)

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Atualmente, o sexo está melhor, mas menos frequente. Não por incapacidade física ou perda de libido, mas porque fiquei mais seletivo. Andei pensando nisso outro dia e cheguei à conclusão de que gosto de naturalidade no sexo e nas relações. E o meu problema com este nosso tempo é que tudo está cada vez menos natural. Não vejo naturalidade em como as pessoas lidam com o sexo, em como abordam, em como fazem… Nunca fui super preocupado com a aparência e nunca gostei de homens que fossem. É claro que me cuido, para manter a qualidade de vida e o funcionamento do corpo, mente e sei lá mais o que. Tenho uma dieta natural e integral, pratico yoga e medito diariamente. Isso tudo ajuda a manter o bem estar. Mas a aparência sofre os efeitos do tempo. Não tenho nenhum problema com isso. O problema é com os outros. Gosto de homens com mais ou menos a mesma idade que eu, e a grande maioria é super preocupada com a aparência e perde a tal naturalidade de que gosto – não consigo ter tesão em corpos super construídos ou muito reformados. Ou então são absolutamente descuidados, o que também não é o caso (risos).”

“Onde estão as lésbicas da minha idade?”

Marise Louvison, 61. “Assumi para minha família com 18 anos. Eles não ficaram exatamente felizes, mas aceitaram. Tanto que eu levava para casa minhas namoradas, meus amigos. Isso foi no começo dos anos 1970. Não acho que a sociedade tenha mudado muito desde então. Claro, sei que naquela época muita gente era até expulsa de casa quando dizia que era gay. Mas isso é uma coisa que acontece até hoje. Eu nunca escondi nada de ninguém e isso só me ajudou. É engraçado, as pessoas mais novas acham que antes dos anos 1990 ou até 2000 gays e lésbicas viviam escondidos. E não era assim, nos anos 1970 a gente ia para a rua, para bares, para boates. Nos anos 1980 todo mundo se retraiu um pouco, por causa da Aids. Eu gosto de contar essas histórias, até para os mais jovens saberem o que veio antes deles.

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“Eu nunca escondi nada de ninguém e isso só me ajudou. (Marise)

Saber o que era o Ferro’s Bar, por exemplo. Eles também precisam descobrir que a vida continua depois dos 40, 50 anos. A gente continua se divertindo, continua saindo, continua fazendo sexo. O sexo, aliás, é ótimo (risos). Conheço muita gente mais nova através da internet, é uma ferramenta fantástica. Mas queria conhecer também gente da minha geração. É uma preocupação que eu tenho: onde estão as lésbicas da minha idade? A gente não tem um espaço para se encontrar, para se divertir – até por isso acabo saindo com gente mais nova. Agora imagina se, daqui a alguns anos, eu vou para um asilo cheio de héteros? Não quero ficar conversando sobre netos e fazendo tricô (risos).”

“A gente é quem a gente é e tem que se aceitar”

Gilberto Antunes, 63. “Eu sabia que gostava de homens desde os 12, 13 anos. Mesmo assim, namorei mulheres e por pouco não me casei com uma. Eu não aceitava que era homossexual e achava que, se me esforçasse, conseguiria deixar aqueles desejos de lado. Claro que não consegui (risos). Mas foi um processo longo, tinha quase 30 anos quando assumi para mim mesmo que era gay. Mas mesmo assim nunca falei nada para meus pais. Tenho certeza de que minha mãe sabia mesmo sem eu falar, mas meu pai morreu sem saber. O pior é que, um pouco depois de eu ter assumido, veio a Aids. Foi uma catástrofe, mais da metade dos meus amigos morreu em poucos anos.

“Eu sabia que gostava de homens, mas mesmo assim namorava mulheres. Por pouco não casei com uma. (Gilberto)

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Tinha gente que ficava doente e morria em uma semana, todo mundo vivia com medo. Mas a gente tem que superar, né? Pelo menos isso tudo me ensinou uma lição: a gente é quem a gente é e tem que se aceitar. Sofri muito me lamentando porque não era heterossexual, por isso agora não vou sofrer me lamentando porque não tenho mais 20 anos. Até porque tem homem que sente tesão por mim do jeito que eu sou, com cabelo branco e tudo. A internet inclusive é um meio de encontrar homens que gostam de “senhores” como eu. É muito bom se sentir desejado aos 60 anos. Podem achar uma vaidade boba, mas é bom. Não vou entrar em detalhes (risos), mas a minha vida sexual está muito boa. Em qualidade e até em quantidade (risos). E muitos amigos, isso é o mais importante. É a família que a gente vai formando ao longo da vida e está sempre junto da gente, para o que der e vier.”

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Homofobia NÃO

Fonte: www.significados.com.br

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O que é Homofobia:

Homofobia significa aversão irreprimível, repugnância, medo, ódio, preconceito que algumas pessoas, ou grupos nutrem contra os homossexuais, lésbicas, bissexuais e transexuais.
Muitas vezes aqueles que guardam estes sentimentos não definiram completamente sua identidade sexual, gerando dúvidas e revolta, que são transferidas para aqueles que já definiram suas preferências sexuais.

Etimologicamente, a palavra “homofobia” é composta por dois termos distintos: homo, o prefixo de homossexual; e o grego phobos, que significa “medo”, “aversão” ou “fobia”. O indivíduo que pratica a homofobia é chamado de homofóbico.

A homofobia pode ter causas culturais e religiosas. Por exemplo, alguns católicos, protestantes, judeus, muçulmanos, e fundamentalistas assumem tendências homofóbicas. Apesar disso, mesmo entre estes grupos existem aqueles que defendem e apoiam os direitos dos homossexuais, lésbicas e simpatizantes. No entanto, em pleno século XXI, alguns países aplicam até mesmo pena de morte como condenação para quem é homossexual.

Em muitos casos, a homofobia parte do próprio homossexual, porque ele está em um processo de negação de sua sexualidade e chega muitas vezes até a casar e constituir uma família, e pode até jamais assumir sua preferência.

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Alguns movimentos contra os homossexuais são realizados em código pelo mundo inteiro pelos preconceituosos, como assovios, cantos, e bater de palmas. A homofobia é considerada uma forma de intolerância, assim como o racismo, o antissemitismo e outras formas que negam a humanidade e dignidade a estas pessoas. Desde 1991, a Anistia Internacional, passou a considerar a discriminação contra os homossexuais uma violação aos direitos humanos.

A Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece o dia 17 de maio como o Dia Internacional contra a Homofobia (International Day Against Homophobia), comemorando a exclusão da homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Entre 1948 e 1990, a homossexualidade (chamado de “homossexualismo”) era considerada um transtorno mental.

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Lei contra Homofobia
No Brasil, a união estável entre duas pessoas do mesmo sexo foi reconhecida legalmente pelo Supremo Tribunal Federal desde maio de 2011. Em certo sentido, essa decisão poderá ter aumentado as demonstrações de homofobia.

Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça – CNJ aprovou e regulamentou o casamento civil gay no Brasil. Atualmente, casais homossexuais possuem os mesmos direitos e deveres que um casal heterossexual no país, podendo se casar em qualquer cartório brasileiro, mudar o sobrenome e participação na herança do cônjuge. O cartório que se negar a realizar um casamento entre pessoas do mesmo sexo deverá ser punido.

Os casais que já possuíam a união estável também podem alterar o status para casamento civil.

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O Projeto de Lei da Câmara nº 122/06 (também conhecido como PLC 122) visa alterar a lei 7.716, criminalizando a discriminação motivada unicamente na orientação sexual ou na identidade de gênero da pessoa discriminada. Se essa alteração for aprovada, a Lei do Racismo sofrerá uma alteração, passando a incluir esse tipo de discriminação no parâmetro legal de racismo, que nos dias de hoje contempla discriminação pela etnia, cor da pele, religião ou origem nacional.

Homofobia é crime?
Apesar de a Constituição Brasileira não citar especificamente a homofobia como um crime, o artigo 3º item IV indica que um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil é “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.”

Assim sendo, a homofobia pode ser contemplada como uma outra forma de discriminação, podendo ser classificada com um crime de ódio, podendo e devendo ser punida.

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Você é homófobico? Porquê?

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Azul É A Cor Mais Quente

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Direção: Abdellatif Kechiche
Elenco: Léa Seydoux, Adèle Exarchopoulos, Jérémie Laheurte
Nome Original: La vie d’Adèle
Ano: 2013
Duração: 173 min
País: França
Classificação: 18 anos
Gênero: Drama

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Sinopse: Adèle (Adèle Exarchopoulos) é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma (Léa Seydoux), sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente. (Adoro Cinema)

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zul é a Cor Mais Quente fez história no Festival de Cannes: pela primeira vez, a Palma de Ouro – prêmio máximo concebido pelo evento -, foi oficialmente destinada a outras pessoas além do diretor. No caso, o júri presidido por Steven Spielberg entregou a distinção também às atrizes Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux. Uma exceção justa e coerente para este filme cujos maiores méritos se concentram exatamente nessas três figuras que compreenderam plenamente a preciosidade de uma história extremamente fiel à vida, com suas dores e alegrias. Ao longo de três horas, o diretor Abdellatif Kechiche faz justamente isso: conduz as duas atrizes por momentos totalmente de acordo com a realidade, extraindo ainda momentos singulares de cada uma delas.
O título original, A Vida de Adèle (em uma tradução literal), apesar de genérico, diz muito mais sobre o filme. Isso porque Azul é a Cor Mais Quente acompanha diversos momentos da vida de Adèle (Exarchopoulos), da sua juventude heterossexual no colégio a sua vivência como uma professora adulta que cultiva um relacionamento com uma mulher. No meio disso tudo, as pequenas e grandes descobertas, o primeiro amor, a auto-aceitação, a construção de uma vida a dois, os erros e os acertos… É, literalmente, a vida de Adèle, contada inteiramente a partir do ponto de vista da protagonista. Desta forma, a ambiciosa duração – que é sentida mas nunca um empecilho – se revela completamente condizente com a proposta do diretor: ela é essencial para que cada momento tenha a profundidade e o impacto necessários, como se vivêssemos tudo aquilo pela primeira vez junto com Adèle.

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Ou seja, Azul é a Cor Mais Quente não se utiliza de quase três horas de duração somente para narrar o maior número de fatos possíveis, mas sim para dar a devida emoção e verossimilhança a eles. Isso nos leva às tais “polêmicas” cenas de sexo, que só são chamadas assim por aqueles que não compreendem que toda a nudez e a longa duração de cada uma delas vai ao encontro dessa proposta do diretor de fazer com que o espectador acompanhe tudo com a mesma dose de surpresa e novidade que a protagonista. E esse compromisso com a vida real também se reflete, claro, no trabalho das duas atrizes, em especial no da extraordinária Adèle Exarchopoulos, a grande revelação do ano. No cinema desde 2007, quando debutou em Boxes, ao lado de Geraldine Chaplin, Adèle alcança aqui uma merecida visibilidade. É limitado resumir sua atuação à grande entrega física com Léa Seydoux, já que sua precisa interpretação acompanha todas as fases da personagem sem qualquer hesitação. É, enfim, um nome para acompanhar.

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A sensação que se tem ao final de Azul é a Cor Mais Quente é que passamos por um turbilhão de acontecimentos, mas a verdade é que a intensidade que sentimos é muito mais em função da imersão proporcionada pelo roteiro de Abdellatif Kechiche e Ghalia Lacroix, baseado na HQ Le Bleu est Une Couleur Chaude. Por estarmos tão próximos de Adèle, sentimos cada uma de suas dúvidas e angústias. O que também merece ser ressaltado é que o longa está muito longe de qualquer pretensão. Em Azul é a Cor Mais Quente não existe uma insistência em metáforas ou uma vontade de trazer grandes complexidades a cada uma das situações propostas por Kechiche. E isso é muito positivo, pois, desta forma, o filme se torna muito mais natural e sem constantes rimas visuais ou de roteiro – ao contrário do que o título brasileiro implica no nosso inconsciente: a vontade de procurar azul em todas as cenas e dar significados a isso.

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Favorito para ganhar todos os prêmios de filme estrangeiro da temporada (menos o Oscar, já que não foi lançado nas salas francesas no prazo exigido pela Academia para torná-lo elegível na categoria de melhor filme estrangeiro), Azul é a Cor Mais Quente se revela ainda mais sincero até mesmo nas suas curiosidades extra-filme: no set, por exemplo, Adèle e Léa não tinham maquiadoras ou cabeleireiras, apresentando-se frente às câmeras com aquilo que elas realmente são fisicamente. São esses detalhes valiosos que estabelecem o longa de Kechiche como um dos relatos mais coerentes com a vida que vimos nos últimos anos.

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É provável que se estenda desnecessariamente no final (a história poderia ter acabado perfeitamente na cena da cafeteria, sem a sequência da exposição), mas é pouco perto de um filme que lida muito bem com a questão da homossexualidade e das angústias e expectativas humanas. Crescer acontece mais rápido do que a gente imagina, diz Emma (Seydoux) em certo ponto. Adèle aprenderá isso. E nós, se ainda não chegamos a esse estágio, teremos esse mesmo aprendizado com a sua jornada.
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Fonte: cinemaeargumento.wordpress.com

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Fonte: leitorcabuloso.com.br

As pessoas costumam falar em blogs do que está mais em alta, e claro que muitos se surpreendem quando falo que, mesmo tendo lido A culpa é das estrelas, ainda não tenha me reservado um tempinho de falar sobre as impressões que ele me passou… E com o filme nos cinemas, a popularidade só aumenta… Mas, apesar de tudo, cá estou eu falando de uma HQ [e de um filme] que teve seu momento pop/polêmico uns meses atrás, mas que só agora tive a chance de ler, [embora tenha visto o filme na internet, com legenda pequena, ainda quando estava no cinema…] e que, a meu ver, traz tonalidades de azul em sua essência, bem mais tocantes e poéticas que ACEDE…
Falo da história de Clémentine [ou Adèle, caso tenham visto o filme]. Azul é a cor mais quente é uma HQ escrita por Julie Maroh e fala sobre a descoberta do amor num relacionamento entre duas garotas, bem como da dificuldade de aceitação na sociedade por conta de suas ‘escolhas’. A garota de cabelos castanhos, Clémentine, tem apenas 15 anos e sente-se perdida em seus devaneios e existencialismo. Acaba conhecendo Emma, por um acaso qualquer do destino, ao cruzar uma rua, e aquelas madeixas azuis começam a povoar seus sonhos mais íntimos…

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No início da Hq quem aparece primeiro é Emma, absorta em lembranças de sua amada. Ao ler os diários de Clémentine, na casa dela, conhecemos a história de ambas… O quadrinho mostra toda a trajetória dessas duas garotas, que em meio a um ambiente escolar hostil para os homossexuais, acabam se apaixonando, embora no começo, Clémentine relute em aceitar seus sentimentos, e tente escondê-los das outras pessoas. No caso de Emma, é esconder o que sente por Clémentine, de sua namorada Sabine. Temos outros personagens inseridos na trama, Valentin, amigo de Clémentine, os pais dela, alguns amigos da escola e Sabine, namorada de Emma, cada um tendo sua devida importância na história, servindo de pano de fundo ao amor proibido das protagonistas.

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“Foi naquele momento que alguma coisa começou a crescer: o meu desejo por ela. O desejo de estar nos braços dela, de acariciá-la, beijá-la, de que ela quisesse isso também, de que ela me quisesse.
Agora… nós estamos muito próximas. Eu sinto uma ambiguidade, às vezes opressora… e espero… prendendo a minha respiração junto com a dela.
No momento seguinte, sou tomada pela vergonha, eu me odeio e me sufoco com essa bola de fogo que só pede para sair do meu ventre.”

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No caso do filme, algumas coisas foram adaptadas de forma diferente. A começar pelo nome da personagem principal, que se transforma em Adèle [e pessoalmente eu prefiro o nome dela no filme que na HQ]. Da mesma forma que a garota no quadrinho, Adèle luta contra seus sentimentos mas demonstra uma curiosidade absurda pelo mundo que envolve Emma. Ela é mais ‘esquentada’, arredia, e faz de tudo para estar perto da bela moça de cabelos azuis. Emma se mostra mais segura de sua homossexualidade no filme que no quadrinho, e logo deixa Sabine de lado para viver um romance com Adèle. As semelhanças sobre o relacionamento com os pais, com a sociedade e afins difere um pouco da Hq, mas o desfecho da história é bem distinto…
Não sei como me prolongar mais sem dar spoiler de um ou outro, mas recomendo que leiam/assistam e tentem enxergar as nuances ‘azuis’ que a história passa ao leitor/espectador. Na verdade, foram duas perspectivas que me emocionaram, cada qual a sua maneira, sem perder a essência do amor entre as protagonistas… finais trágicos e poéticos da mesma forma… No filme, o final deixa uma ponta solta, que dá margem a pensar no que vem depois. Na HQ, a história se consome por si mesma, mas deixa igualmente, um nó na garganta e um soluço angustiado preso ao peito…

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“Emma… você tinha me perguntado se eu acreditava no amor eterno. O amor é abstrato demais, e indiscernível. Ele depende de nós, de como nós o percebemos e vivemos. Se nós não existíssemos, ele não existiria. E nós somos tão inconstantes… Então, o amor não pode não o ser também.
O amor se inflama, morre, se quebra, nos destroça, se reanima… nos reanima. O amor talvez não seja eterno, mas a nós ele torna eternos…
Para além da nossa morte, o amor que nós despertamos continua a seguir o seu caminho.”

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Trailer:

#Oquevocêpensadasuavida?

Boa noite pessoal ultimamente estou um pouco ausente e… continuarei kkkk brincadeira.

Hoje quero fazer uma coisa diferente, nada de look do dia, receitas ou downloads, o fato é que todos os dias você reclama de alguma coisa, xinga um monte de gente, briga um milhão de vezes com a sua amiga e no fim fica tudo bem, pois bem… ninguém sabe o que você esta PENSANDO, ninguém sabe o que realmente esta acontecendo com você ate “PESSOAS INCHERIDAS” começarem a fazer perguntas, tá certo que você nai vai se irritar só por uma pergunta mais quando a pergunta se repete varias e varias vezes não todos os dias mais toda hora, meu isso é chato, ai você chega no seu serviço com uma cara lavada ai sua colega de trabalho pergunta:

─ Porquê você esta com essa cara?

A primeira coisa que me vez à mente é…

─ Por que eu só tenho essa.  ( Geralmente essa sou eu não mudarei )

Mas eu não respondo isso levando em conta que a vontade não faltou… ai de novo vem a mesma pergunta:

─ Porquê você esta com essa cara?

Naturalmente respondo:

─ Nada!

E não adianta essa mesma pergunta se repete ao longo do dia…

Mas a questão é que ninguém tem nada haver com a nossa vida se você ta mal e não quer compartilhar não tem por que dar trela pra incherido, só tente não pirar por que ai vai dar merda. E isso faz você para pra pensar na vida de alguma maneira tipo… por que essa pessoa esta se incomodada com a minha cara ou por que esta se importando com o que eu comi no almoço? São coisas absurdas que te levam a ligar o FODA-SE EU CUIDO DA MINHA VIDA, não querendo ser ignorante ou mal agradecida isso é uma maneira de mostrar que somos adultos e sabemos o que queremos, (Ainda não sei o que eu quero), vivemos em um mundo onde o julgamento e a ponta do icebergue, se você bebe cafe quando adolescente vai começar a fumar quando ficar maior de idade e se começar a fumar provavelmente vai ser drogado. MEU DEUS! A que ponto chegamos? Se você fuma, bebe e homossexual , caipira, vegetariano o problema é seu ninguém tem que se meter na sua vida… ai você começa a seguir a massa. ” Nossa mais se eu fizer isso, vão falar isso então não vou fazer.” E ai que esta o erro do ser humano, se importar com a opinião dos outros, é ai que a gente se afunda, por que não ouvimos nossa própria opinião nosso pensamentos, se permitam… se joga naquilo que você tem vontade de fazer, tem um sonho? Corra atrás. Quer comprar? Tem dinheiro? Compre. Estão falando de você? Deixe que falem, à partir de agora o que vale e o que você pensa então o que você pensa sobre a sua vida?

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EU:

(Só pra contar acabei de escrever isso no meu gravatar, eu sei que ninguém tem nada haver com isso mais se desse eu colocaria no status do whatsapp mais como não dá pra colocar 397 palavras no whatsapp, resolvi colocar no gravatar.)

Ultimamente estou tentando atualizar minha vida… tipo… atualizar meus pensamentos (” PORQUÊ AZUL SE CHAMA AZUL? ” OU ” PORQUÊ A CULPA É DAS ESTRELAS ★★★★?).  PORQUÊ AS ROUPAS DE ALGODÃO NÃO SÃO DOCES COMO O ALGODÃO DOCE?

A vida e curta demais pra fazer só o que convêm aos outros, não é o que os outros pensam que importa, não é a opinião deles que vai me fazer mudar de opinião ou comprar um peixe de aquário se eu gosto de gatos, não importa se você pensa diferente de mim NÃO ESTOU NEM AI! NÃO ME INTERESSA SUA OPINIÃO.

Cada um tem seu pensamento e seu jeito de reagir pra cada coisa, eu por exemplo … antigamente me deixava levar pela opinião dos outros ─ (EU ME ODEIO POR ISSO)… enfim, eu nunca fazia nada por minha própria vontade sempre tinha alguém pra contrariar  ─ Nossa você escuta essas músicas do DEMÔNIO? 😜 Nunca fui no inferno pra saber se eles escutam a mesma musica que eu 👹 mais continuando… não usa essa roupa, não come isso, não faz aquilo! Acho que todos nós já passamos por isso muitas vezes e agora quem fala o que eu visto, como ou faço sou EU, acabou essa palhaçada de querer se meter na minha vida.

Ai você muda, tem suas próprias responsabilidades, suas próprias opiniões e visões do mundo e as pessoas te criticam por que você esta diferente… (?) Não entendo… mais que se dane não to nem ai, agora a vida é minha e ninguém tem o controle dela apenas eu.

Agora acho que estou sendo xingada por muita gente mas NÃO ESTOU NEM AI 😂😂😂😂😂😂😂

Mas a questão é: Porquê pensamos tanto na vida?

Porquê?

Porquê?

Porquê?

Por que eu quero 😂😂😂 brincadeira, na minha opinião… por que eu tenho opinião… é que ainda não fizemos tudo que tínhamos pra fazer nesse mundo cruel e nada generoso… então acho que é por isso que pensamos tanto na vida e… é por isso que estou pensando na minha vida 😉 😘 por que não fiz nem a metade do que eu ainda quero fazer nesse mundão veio sem porteira.

Agora que resolvi pensar… vou começar fazendo uma lista e toda semana vou debater sobre aquilo que quero fazer e que estou fazendo.

Agora chega cansei de pensar pra escrever.

Depois eu penso em mais alguma coisa.

É você o que esta pensando?

Deixem seus comentários ai em baixo que se vocês quiserem podemos dialogar sobre isso, então espero que vocês tenham gostado desse post por que não é um post que eu faço sempre, na verdade esse foi o primeiro e se vocês curtiram me avisem que vou continuar fazendo por que eu curti demais, então um grande beijo pra todos.

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Intimie Lingeries Piracicaba

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TAG “IRMANDADE DOS BLOGUEIROS DO MUNDO”!!!! Parte II

Olá pessoal, fui marcada em uma TAG, e foi a Elisa (Lis) do blog Serori foi quem me indicou. Valeu por indicar Lis!

“Irei responder as mesmas perguntas que a Lis respondeu e depois farei uma segunda rodada com as perguntas que ela fez só pra interagir e mostrar opiniões diferentes das mesmas perguntas.” OK?

Bora responder às perguntas:

1 – Conte uma história real de sua rua, de seu bairro, de sua cidade ou de seu país:

Natural de Goiânia e criada em Piracicaba São Paulo eu não tenho muito o que falar de lá, embora eu tenha viajado muitas vezes para minha cidade natal prefiro falar sobre os acontecimentos de Piracicaba, não que eu goste muito daqui provavelmente porque não há nada de muito interessante para fazer aqui… o fato é que… o tão adorado e amado rio de Piracicaba não é tudo isso que dizem por ai, há alguns anos estamos sendo surpreendidos por fatos inacreditáveis como: Encontraram gente morta (varias) dentro do rio, e isso é real porque foi uns dos muitos casos que saíram nos jornais e também que o apaixonante véu da noiva não está mais tão vistoso como antes por conta da seca que está apavorando o estado de Piracicaba, então o rio está quase totalmente vazio… isso é uma pena.

2 – Qual lugar do planeta você gostaria de estar neste momento?

Canadá.

3 – E fazendo o quê?

Visitando todas as cidades de lá.

❄ Neve. ❤

4 – Qual a emoção mais forte que você já sentiu?

Tem tantas, mais a que me marcou mesmo foi quando pisei no chão da capital Dublin, eu senti uma felicidade tão grande que a partir daquele dia eu sabia que poderia fazer o que eu quisesse. Coragem.

5 – Você gostaria de falar sobre alguma mudança (de casa, de cidade, de país, de curso, de namorado(a), de amigo(a), de trabalho)?

Depois de ter me mudado para a Irlanda e morar em um cidadezinha perfeita Charleville, CO. Cork eu resolvi mudar totalmente o rumo da minha vida, comecei a escrever e dessas escritas saíram varias histórias e estou disposta a terminar uma delas e publicar, e também espero começar o quanto antes munha faculdade de Pedagogia e depois Letras meu sonho.

6 – Qual seu meio de transporte preferido? Você embarcaria numa nave espacial sem hesitação?

Com certeza não é ônibus embora tenha que andar em um todos os dias, mais acho que é Carro. Agora quanto à nave especial eu iria se eu morasse em um sitio ou fazenda sem dúvidas eu teria algo pra contar sobre aparições de ovinis, afinal aventuras são sempre mais emocionantes.

7 – Você tem familiaridade com a Natureza? Sente falta disso?

Por mais que o rio esteja seco há outros lugares que habitam muitas árvores, parques e campos e não tem como não se comunicar com a natureza porque em todo lugar que vou tem uma linda e grande árvore, e como amante da natureza e do mundo das criaturas magicas também tenho plantas em casa, as vezes penso que algo escondido nelas fala comigo tipo, fadas e elfo que ficaram perdidos nesse mundo falho cheio de regras e guerra.

8 – Se você pudesse escolher sem limite de valor, como seria a sua casa? Onde você moraria?

Prefiro morar um casa de preferência com um espeço bem grande para as minhas plantas e meus gatos e eu faria uma enorme jardim de fadas. Uma bruxa não pode viver sem seus animais de estimação e suas plantas. A natureza é a liberdade da alma com ar fresco e sons agradáveis.

9 – O “melhor livro do mundo” já foi escrito? O “melhor filme do mundo” já foi feito?

Já que é pra citar, o melhor livro já escrito pra mim acho que é Alice no País das Maravilhas e o melhor filme é As Crônicas de Spiderwick.

10 – Se você estivesse agora diante de uma multidão, o que gostaria de dizer?

Liberdade de Expressão é o começo da paz mundial! Respeito é o maior orgulho que a humanidade poderia ter!.

Para nos conhecermos melhor:

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Agradecer e marcar o Blog que te indicou.
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Indicados:

Luka Santos Por Aí

CAPÍTULO TREZE

A Loba Da Vez

Papo De Menina

✈️ Um Certo Jovem … ✌️

Reino Das Palavras

Cinco Garotas Exemplares

RESENHA DE ONTEM

Recanto Do Pensar

Pandora Fairel

Perguntas:

  • Como você se vê daqui cinco anos ?
  • Música preferida?
  • Porquê?
  • Um livro bom e um ruim?
  • Você participaria de algum filme? Qual?
  • Qual personagem seria?
  • E se… você fosse para o País das Maravilhas, o quê faria?
  • Um mendigo lhe pede dinheiro. Qual a sua reação?
  • Em que você acredita… Fantasia ou Realidade?
  • Você está satisfeita(o) com a sua vida agora? O quê faria se pudesse mudar o Futuro?

😍 ❤ Noite de Autógrafos 😍 ❤

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Valeu muito a pena esperar uma hora e meia na fila.

Noite de autógrafos mais que incrível com a minha mais que perfeita e maravilhosa fada Carolina Munhóz uma fofa, sem dúvidas foi uma noite inesquecivel.
Shopping Dom Pedro Campinas – Livraria Leitura

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Ahhhhhhh! A Carol me abraçou.  Confesso que quase morri do coração quando ela começou a falar comigo uau!  Foi inacreditável ela é mesmo uma fada sem dúvidas super diva e maravilhosa.

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” Today was an incredible and unforgettable night!”

Obrigada Carol ❤  por fazer parte da minha vida.

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Nos vemos no final do arco-íris.

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Alice no País das Maravilhas (A verdadeira História)

 

 

 

Para quem é apaixonado pela maravilhosa Alice, ai vai uma palinha de sua vida.

 

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Fonte: super.abril.com.br

O que você faria se a sua filha de 7 anos estivesse muito amiga de um esquisitão de 31, fazendo com ele demorados passeios de canoa e posando para seus retratos artísticos? Em vez de chamar a polícia – como qualquer família normal – a de Alice Pleasance Liddell incentivou seu relacionamento com Charles Dodgson, um escritor que assinava como Lewis Carroll. E a menina acabou sendo a musa inspiradora dos clássicos Alice no País das Maravilhas (1865) e Através do Espelho (1871) – este inclusive termina com um poema em que as primeiras letras de cada estrofe formam o nome da menina. Até hoje não é claro o que exatamente estava rolando entre a ela e o escritor. Especula-se, e ninguém poderia deixar de especular, que havia uma paixão, consumada ou não. Sempre se acreditou que, quando ele deixou de frequentar a casa dos Liddell subitamente, em 1863, foi porque os pais de Alice haviam resolvido dar um basta naquele relacionamento inapropriado. Mas documentos descobertos pela biógrafa Karoline Leach mostram que Carroll talvez fosse tão simpático com Alice e suas irmãs porque estava interessado mesmo era na governanta da casa.

Já adulta, Alice soube usar a fama da personagem a seu favor. Mãe de 3 filhos e apertada de grana após a morte do marido rico, leiloou o valioso manuscrito de As Aventuras de Alice Embaixo da Terra (primeiro nome de Alice no País das Maravilhas). Ela já não mantinha contato com Lewis Carroll. O escritor anotou em seu diário que se lembraria dela pra sempre “como aquela menininha de 7 anos completamente fascinante”.

 

Alice Liddell teve que arcar com o bônus de ser conhecido no mundo como Alice no País das Maravilhas, a heroína das histórias escritas sobre ela por Lewis Carroll, o pseudônimo de Charles Lutwidge de Dodgson, um professor de matemática em Christ Church, a faculdade de que seu pai era Dean na segunda metade do século XIX.

Alice nasceu em 1852, o terceiro dos dez filhos de Henry Liddell e sua esposa Lorina. Naquela época, ele era diretor da escola de Westminster, mas em 1855 ele foi nomeado Dean (Head) da Igreja de Cristo, onde ele tinha sido um estudante, e a família mudou-se para Oxford, onde o trabalho começou imediatamente na reforma Bandas do reitor em Tom Quad . O Dean e Sra. Liddell se tornasse as estrelas da sociedade Oxford, e muitas festas, recepções e saraus musicais foram realizadas no Decanato espaçoso ao longo dos anos seguintes. Alice e seus irmãos foram incentivados desde cedo para assistir a alguns desses eventos, e para aprender a conviver e conversar de forma inteligente com os muitos convidados ilustres que estavam presentes. Sra. Liddell, às vezes de forma maliciosa referido mais tarde como “a Kingfisher”, estava ansioso para que suas filhas tivessem bons casamentos, quando chegou a hora, e treinamento em habilidades sociais não poderia começar muito cedo.

No entanto, Alice e suas irmãs mais velhas e mais jovens, Lorina e Edith, eram apenas as meninas e tinha muito tempo para jogar e para escapar do olhar atento de sua governanta, a senhorita Prickett. Foi quando eles estavam brincando no jardim reitoria em 25 de abril de 1856 que a 24 anos de idade Charles Dodgson conheceu Alice, e marcou a data em seu diário como sendo de especial importância.

Dean Liddell compartilhou seu interesse por esta nova arte, por isso Dean convidou Dodgson para assumir a primeira das muitas fotografias da família crescente, e de Alice em particular. Ele estava em um tempo quase tão famoso por seus retratos fotográficos de crianças e contemporâneos conhecidos como era como escritor. Dodgson tinha um conjunto de quartos perto Tom Torre e equipado-los com um estúdio e quarto escuro. Ele manteve uma caixa de roupas para seus súditos ao desgaste e à abundância de jogos engenhosos, brinquedos e quebra-cabeças para mantê-los entretidos enquanto ele montou sua câmera. A imagem mostra o início do famoso seis anos de idade Alice como uma menina pobre, descalço e em um vestido curto irregular.

Não só as meninas apreciar as sessões fotográficas com Dodgson, que também passou a passeios e festas de barco com ele – geralmente acompanhada, é claro, pela sua governanta.

“Alice particularmente gostei de ir ao Museu da Universidade recém-inaugurado de olhar para os esqueletos de dinossauros, animais empalhados e insetos lá, especialmente os restos em decomposição da Dodo e a grande imagem deste pássaro extinto muito estranho olhar.”

Dodgson tinha uma gagueira, e às vezes tinha dificuldade em dizer seu próprio nome, assim, em sua mente, ele ficou ligado com o Dodo, e de fato, em Alice no país das maravilhas o Dodo é o próprio Dodgson.

 

 

 

 

 

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Edith, Lorina e Alice Liddell.

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Durante uma travessia de barco pelo Rio Tâmisa Carroll, percebendo o tédio das irmãs Liddell, contou-lhes a aventura da jovem Alice, que após seguir um coelho apressado encontra o estranho País das Maravilhas. Para tornar a aventura familiar às ouvintes, ele utilizou elementos do cotidiano delas, sendo o próprio coelho um exemplo disso.

“Um dos aspectos interessantes da história é que ela não surgiu como obra literária, mas de forma oral”, explicou Adriana. “Quando o livro foi publicado ele acrescentou novos capítulos, personagens, deixando a obra mais complexa.”Graças a um pedido de Alice as ideias daquela tarde transformaram-se num manuscrito chamado Alice’s Adventures Underground – As Aventuras de Alice no Subsolo , em tradução livre – e, posteriormente, originaram as duas obras que envolvem a menina: Alice no País das Maravilhas Através do Espelho e o Que Alice Encontrou Por Lá .

Esse manuscrito, um presente de Carroll à musa inspiradora, acabou sendo vendido por ela anos mais tarde, quando a já adulta Alice precisou de dinheiro para manter sua residência após a morte do marido. A cópia rendeu um total de £15.400 e atualmente está guardada na British Library, a biblioteca nacional da Inglaterra.

Alice Liddell morreu em 16 de novembro de 1934 aos 82 anos, enquanto sua contraparte literária continua cada vez mais viva no imaginário das pessoas.

 

Retratos de Lewis Carroll

Alice and the dormouse, 1887. Artist: Ernest Barraud

Outra relíquia de Alice no País das Maravilhas, uma fotografia que descreve Alice eo arganaz de 1887 Fotografia:.  Getty Images.

 

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Carroll com a esposa do autor George MacDonald, Louisa, e quatro crianças que relaxam em um jardim. Fotografia: Lewis Carroll / Getty Images

 

 

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Alice Liddell posa para um retrato feita pelo autor. Lidell foi pensado para ser a inspiração por trás de Alice no país das maravilhas, embora o próprio Carroll repetidamente negado mais tarde na vida que a sua “pequena heroína ‘foi baseada em qualquer criança real. Fotografia: Culture Club / Getty Images

 

The Misses Lutwidge playing chess, c 1858.

Um retrato fotográfico, feita pelo Lewis Carroll, de dois de seus cinco tias maternas. O autor começou a fotografar em 1856 e passou a produzir retratos muito menos empolado do que eram habituais para a época. Fotografia: Ciência e Sociedade Imagem Librar / SSPL via Getty Images

 

Lewis Carroll [Misc.]

Uma fotografia de um jovem Lewis Carroll (centro), sentado com os amigos. Fotografia: Gabriel Benzur / Time & Life Pictures / Getty Imagem

 

 

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Casa de infância de Lewis Carroll a partir de 1843, quando seu pai se tornou ministro paróquia anglicana de Croft-on-Tees, North Yorkshire. Fotografia: Culture Club / Getty Images

 

 

Charles Lutwidge Dodgson (Lewis Carroll), self-portrait, c 1880s.

O autor fica para um retrato em uma pose contemplativa. Fotografia: Ciência e Sociedade Imagem Librar / SSPL via Getty Images

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http://www.lewiscarrollbrasil.com.br/

 

 

 

Filmes de Audrey Hepburn

Lista de todos os filmes da super Audrey 🙂

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1948 – Dutch in Seven Lessons (documentário)

1951 – Nous Irons à Monte Carlo

1951 – Laughter in Paradise

1951 – One Wild Oat

1951 – O Mistério da Torre (The Lavender Hill Mob)(1951)

1951 – Young Wives’ Tale

1952 – The Secret People

1952 – Monte Carlo Baby

1953 – A Princesa e o Plebeu

1954 – Sabrina

1956 – Guerra e Paz

1957 – Cinderela em Paris

1957 – Amor na Tarde

1959 – A Flor Que Não Morreu

1959 – Uma Cruz À Beira do Abismo

1960 – O Passado Não Perdoa

1961 – Breakfast at Tiffany’s (Bonequinha de Luxo no Brasil, Boneca de Luxo em Portugal)

1961 – Infâmia

1963 – Charada

1964 – Quando Paris Alucina

1964 – Minha Bela Dama

1966 – Como Roubar Um Milhão de Dólares

1967 – Um Caminho Para Dois

1967 – Wait Until Dark (Um Clarão Nas Trevas no Brasil)

1976 – Robin e Marian

1979 – A Herdeira

1981 – Muito Riso e Muita Alegria

1987 – Amor entre Ladrões

1989 – Além da Eternidade

Audrey Hepburn (Morte de Audrey Hepburn, a última heroína romântica, completa 20 anos)

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Atriz belga morreu aos 63 anos de um câncer de apêndice.

Ela estrelou filmes como ‘Bonequinha de luxo’ e ‘A princesa e o plebeu’.

Fonte: g1.globo.com

 

Custa acreditar que uma das mulheres mais adoradas pelo público durante gerações tivesse tanto azar no amor. Audrey Hepburn, heroína romântica na tela e cuja morte completa 20 anos hoje, teve uma vida cheia de carências afetivas que só foi suprida como embaixadora do Unicef.

Cinco indicações ao Oscar… e cinco abortos. Duas estatuetas… e dois casamentos fracassados. Audrey Hepburn, provavelmente o ícone do cinema clássico mais lembrado junto com Marilyn Monroe, cativou na audiência algo que ela sentiu saudades desde menina: o carinho e a adoração.

 

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Musa da Givenchy na moda, de Stanley Donen, Billy Wilder, George Cukor e Blake Edwards no cinema… mas rejeitada por Albert Finney e Ben Gazzara na vida real. Sua beleza era mais etérea que sexy e sem a aura do glamour de filmes como “A Princesa e o Plebeu” e “Bonequinha de Luxo”, Audrey se sentia menor.

“Acho que o sexo é supervalorizado. Não tenho “sex appeal” e sei disso. De fato, prefiro ter um aspecto curioso. Meus dentes são curiosos e não tenho os atributos que deveria ter uma deusa do cinema”, falava sobre si mesma.

 

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Nos registros oficiais, dois casamentos: um com Mel Ferrer, notavelmente maior que ela e de um físico pouco felizardo, e outro com o aristocrata e neuropsiquiatra italiano Andrea Dotti. Com o primeiro substituiu o verdadeiro amor pela admiração profissional. Com o segundo, pela “dolce vita”.

 

Usando um vestido de noiva considerado um dos mais belos da história, Audrey Hepburn se uniu ao ator Mel Ferrer em 1954. Eles foram apresentados por Gregory Peck, que estrelou com ela no filme ‘A princesa e o plebeu’

 

 

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Com eles teve seus dois filhos, Sean e Luca, outra de suas obsessões, pois por esterilidade tinha descartado alguns de seus amantes mais apaixonados, como William Holden e Robert Anderson.

Conheceu Ferrer em uma festa na casa de Gregory Peck e ele lhe ofereceu um papel em “Ondine”, uma peça na Broadway, e, como dizem, uma coisa levou à outra.

Em 1954 já estavam se casando na Suíça em grande estilo e Audrey tentou combinar sua emergente carreira e seu novo casamento, até o ponto de rejeitar “Gigi” para rodar “Cinderela em Paris” na capital francesa, onde Ferrer trabalhava com Jean Renoir em “Elena et les Hommes”.

 

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Em pouco tempo, Ferrer foi tomado de ciúmes pelo sucesso de sua esposa e o divórcio chegaria em 1968, pouco após seu último êxito, “Um Clarão nas Trevas”, produzido por Ferrer.

“Não posso explicar a desilusão que senti. Sabia que era difícil estar casado com uma estrela mundial. Mel sofreu muito. Mas, acredite, eu pus minha carreira em segundo lugar”, disse a atriz na época.

Porém, um ano mais tarde, já estava se casando com Dotti, um dos solteiros mais cobiçados de sua época. Ela tinha 40 anos e ele 31, invertendo os papéis de seu casamento anterior, e foi Audrey que enlouqueceu de ciúmes ao ver os paparazzi fotografarem seu “latin lover” com outras mulheres.

Além disso, vários abortos a levaram a um estado de depressão, embora finalmente tenha conseguido dar à luz a seu segundo filho, Luca. O divórcio aconteceu apenas em 1982.

 

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Mas, nesse meio tempo, a atriz continuou buscando o amor nos braços de seus companheiros de filmagem. “Chegou um momento em que sua vida se transformou em algo triste e patético e alcançou um grau de desespero no qual chegou a permitir que lhe tratassem mal”, declarou Donald Spoto, ao apresentar sua biografia da atriz em 2006, a respeito da relação de Audrey com Ben Gazzara.

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Gazzara lembrou assim seu romance em 1970. “Ela era infeliz com seu casamento e eu também e nos consolamos, mas era impossível. Ela tinha sua vida na Europa e eu em Los Angeles. A vida ficou entre nós”, declarou o ator, que também ressaltou a insegurança de Hepburn como atriz.

Esse relacionamento seguiu o padrão de outro ocorrido poucos anos antes, quando ainda era casada com Mel Ferrer, durante seu romance extraconjugal mais famoso, com Albert Finney durante a filmagem de “Um Caminho para Dois”. Porém, o ator não pôde com tanta intensidade.

 

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As carências afetivas tinham nascido já na infância. “Nasci com uma enorme necessidade de receber afeto e uma terrível necessidade de dá-lo”, dizia a atriz.

Abandonada por seu pai e com uma mãe incapaz de transmitir esse carinho, forjou uma insegurança que a tornou hidrofóbica e lhe fez chorar quando viu que não tinham respeitado sua voz nas canções de “My Fair Lady”.

A delicadeza deslumbrante de Audrey Hepburn na tela tinha um revés preocupante na vida real. E assim, marcada pela filmagem de “Uma cruz à beira do abismo”, acabou se entregando às causas humanitárias.

“No final encontrou o sentido de sua vida em seu trabalho com a Unicef. Mas foi praticamente por eliminação”, resumiu Donald Spoto.

Missões na Somália e El Salvador como Embaixadora de Boa Vontade do Unicef, mas nas condições de uma voluntária a mais, lhe garantiriam um Oscar honorífico. E assim, faleceu, sentimentalmente realizada, finalmente, no dia 20 de janeiro de 1993 aos 63 anos.

“Tive momentos muito difíceis em minha vida. Mas fossem quais fossem, os superei e sempre encontrei uma recompensa no final”, comentou a atriz.

 

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Piracicaba em caos

Quatro pessoas são baleadas e ônibus é queimado em Piracicaba

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Fonte: Diário de Guarapuava

Quatro pessoas foram baleadas na madrugada de hoje em Piracicaba (160 km de São Paulo), no interior de São Paulo. Após o crime, um ônibus foi queimado e a prefeitura suspendeu a circulação dos veículos no local.
Ainda não há informações sobre o estado de saúde das vítimas.
Segundo a Polícia Militar, três vítimas estavam no bairro Novo Horizonte quando foram atingidos pelos disparos. O crime ocorreu por volta das 3h30.
Outra vítima, que estava dentro de casa no momento do crime, também foi baleada. A polícia não soube informar as circunstâncias em que as vítimas foram atingidas.
Todos foram socorridos e levados para hospitais da região, segundo a PM.
Ataque
Após o ocorrido, um grupo de moradores abordou um ônibus municipal que passava pelo bairro por volta das 7h, retirou os passageiros e colocou fogo no veículo. Não houve feridos.
A suspeita é que a ação tenha ocorrido em protesto após os disparos que deixaram quatro feridos na madrugada.
Em nota, a prefeitura informa que suspendeu a circulação de ônibus no bairro “até que seja garantida a ordem e a segurança dos usuários e funcionários.”
A prefeitura diz ainda que tomou a medida porque “houve ameaça, por parte de populares, de que mais ações aconteceriam caso os ônibus continuassem circulando.”

 

Halloween

No dia 31 de outubro se comemora o Halloween, mais conhecido no Brasil como o “Dia das Bruxas”. As comemorações do Halloween são mais comuns nos países anglo-saxônicos, em especial nos Estados Unidos. No Brasil, a confraternização do “Dia das Bruxas” vem se tornando cada vez mais conhecida e praticada pela sociedade.

 

Introdução

O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.

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História do Dia das Bruxas

A história tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).

Símbolos e Tradições

Esta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.
As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.

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Halloween no Brasil

No Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.

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Críticas

Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado. Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).

A comemoração da data também recebe fortes críticas dos setores religiosos, principalmente das religiões cristãs. O argumento é que a festa de origem pagã dissemina, principalmente entre crianças e jovens, ideias e imagens que não correspondem aos princípios e valores cristãos. De acordo ainda com estes religiosos, as imagens valorizadas no Halloween são negativas e contrárias à pratica do bem.

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♥ 29 de Outubro ♥

 Dia Nacional do LIVRO

 

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Hoje é nosso dia… dia dos apaixonados por todos os tipos de histórias…

O livro é vida, emoção, sentimento, um dos mais puros e verdadeiros sentimentos de amor, mesmo a história sendo inventada, fadas ou não, infantil ou adulta, livro não escolhe idade, ele vem de mansinho como quem não quer nada e acaba virando a razão das nossas vidas,  eles nos fazem rir, chorar, sonhar e acreditar… é como uma segunda chance de viver de novo e de novo, e quantas vezes for preciso para nos sentirmos bem com nossa alma com nosso coração. Ler é um dom, ler é virtude, sentimento que gera sentimento, é prazer, paixão, muitas vezes reflexão, algumas vezes medo mais sempre nos faz bem. Todo livro tem capa bonita e um conteúdo incrível que te leva à mundos inacreditáveis.

Adoro ler, eu me sinto como a personagem principal é fantástico, o livro é a melhor coisa do mundo. Comecei a escrever minhas próprias histórias, espero um dia ser uma grande escritora e fazer a felicidade de muita gente… a leitura me salvou, sou muito grata.

Nunca deixem de ler, o livro é sagrado… no sentido de único, perfeito.

Leia… siga seu sonho, leia… a leitura te mostrara o caminho. 

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No Dia Nacional do Livro, Aeroporto do Recife dá obras a passageiros

Exemplares serão entregues ao longo do dia para quem for embarcar.
Ação é chamada de “Bookcrossing”, que visa propagar o hábito da leitura.

O Aeroporto Internacional do Recife vai deixar livros nesta terça-feira (29) aos passageiros que embarcarem no local. A ação faz parte do Dia Nacional do Livro, com o objetivo de incentivar a leitura. A pessoa que encontrar alguma obra vai receber uma mensagem que explica que, após ler o exemplar, ela deverá deixar em algum lugar para que outro passageiro a encontre e leia também.

Os livros serão espalhados pela área de embarque e praça de alimentação. Chamado de Bookcrossing, o movimento foi iniciado nos Estados Unidos para divulgar o hábito da leitura. Cerca de oito mil pessoas embarcam por dia no aeroporto do Recife. O tema da ação deste ano é “Leia, Liberte e Compartilhe”.

Os exemplares serão distribuídos ao longo do dia, contemplando alguns dos mais de oito mil passageiros, que embarcam diariamente no terminal pernambucano.

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Você sabe por que comemoramos o dia Nacional do Livro no dia 29 de outubro? Por que foi nesse dia, em 1810, que a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil, quando então foi fundada a Biblioteca Nacional e esta data escolhida para o DIA NACIONAL DO LIVRO.

♥ ♥

Outubro Rosa ( Cuide Agora, Cuide Sempre – Mamografia)

Participe da luta contra o câncer de mama.

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Outubro Rosa é um movimento internacional que divulga a importância dos exames para diagnóstico precoce do câncer de mama, o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo. De acordo com o INCA – Instituto Nacional do Câncer, o câncer de mama responde  por 22% dos casos novos de câncer a cada ano no Brasil. Em 2012 foram previstos 52 mil novos casos. No país a mortalidade pela doença ainda é alta, em parte devido ao diagnóstico da doença em estágios avançados. Porém, com diagnóstico precoce e tratamento adequado, as chances de cura são maiores. Ao contrário do que pensava antigamente, em que ter casos na família era quase certeza de desenvolver a doença, a hereditariedade (predisposição genética ao câncer) corresponde por 5 a 10% do total de casos. No entanto, isso deve estimular uma visita ao mastologista mais cedo. Fazer mamografia é fundamental para descobrir o câncer no início. Depois dos 35 anos, deve-se ter um cuidado maior e fazer um exame clínico anual, principalmente se houver fatores de risco, e mamografia se houver alguma alteração. Mulheres entre 50 e 69 anos devem realizar mamografia a cada dois anos e exame clínico anual. O Instituto Voluntários em Ação é mais uma vez parceiro dessa iniciativa. Acompanhe neste mês postagens sobre a campanha no nosso blog e redes sociais. 

Fonte: Portal Voluntários 


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Abrace essa causa você também.

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Círculo apoia esta campanha e no dia 18 de Outubro os colaboradores também abraçaram a causa e vieram trabalhar vestidos de rosa! A camisa foi adquirida pela maioria dos colaboradores e o dinheiro arrecadado foi totalmente revertido a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Gaspar/SC.

 

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama. A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade. Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche…

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros, entre outros, surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

 

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

Ações dos mais variados tipos dominaram as cidades e durante o mês de Outubro tudo ganha o rosa como característica principal. A mobilização tem como objetivo conscientizar as mulheres a fazer o auto exame, e além dele a mamografia anualmente! Vamos, todos juntos, pela luta contra o Câncer de Mama.

 

 

Mulheres, lembrem-se: o auto-exame pode salvar vidas! A prevenção é o melhor caminho!

A CÍRCULO APOIA E ABRAÇA ESTA CAMPANHA!

 

A Fundação Susan G. Komen for the Cure lançou a ideia do laço cor-de-rosa na primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990, eles distribuíram os laços entre os participantes. A partir dai, o laço virou símbolo da campanha

 

Fonte: http://www.outubrorosa.org.br/

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Miley Cyrus

 

Miley Ray Cyrus, (Nashville, 23 de novembro de 1992), atriz e cantora norte-americana.

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A garotinha cresceu e se tornou um mulherão, adoro a Miley de PAIXÃO ela é uma DIVA, independente de criticas, comentários maldosos, não importa o que as pessoas dizem, a vida é dela, quem paga as contas é ela… quem muito critica quer ser igual, quero ver fazer tudo que ela faz.

 

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As vezes as pessoas fazem coisas que até mesmo ela duvida, se a Miley mudou é por que já estava na hora… atitude, cabelo, a roupa que você veste, não importa oque você é está dentro e não fora, por isso não julgue as pessoas pela aparência ou pela forma de agir, seja humilde, releve as fofocas, afinal sempre vai ter um paparazzi te seguindo é sempre um vizinho ou invejoso pra inventar.

 

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Miley nasceu em Nashville, Tennessee, filha do cantor de música country, Billy Ray Cyrus.

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SEJA VOCÊ COMO FOR, SEJA VOCÊ MESMO!

 

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O primeiro papel dela, em 2003, foi na série de televisão Doc, em que ela interpretou a personagem Kylie. No mesmo ano, ela interpretou Ruthie aos onze anos no filme Big Fish e apareceu nos créditos como Destiny Cyrus. Nesse ano, também figurou em um videoclipe.

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Em Hannah Montana, conseguiu o papel principal quando tinha doze anos de idade. 
Então Miley estreou a série, que logo virou um fenômeno Pop, além de gravar CDs e fazer os shows como Hannah Montana. Em junho de 2006, ela se apresentou no Walt Disney World, e a seguir abriu shows para o The Cheetah Girls.

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Em 24 de outubro de 2006, foi lançado o primeiro CD de Hannah Montana, e Miley assinou um contrato com a Hollywood Records para lançar os seus próximos CDs. No Natal do mesmo ano, ela cantou no desfile de Walt Disney World.

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Exatamente oito meses depois do primeiro CD, em 26 de junho de 2007, foi feito o segundo álbum, que era duplo. O primeiro como Hannah Montana 2 (CD1) e o segundo como Meet Miley Cyrus (CD 2). E também nesse ano ela participou do filme High School Musical 2.

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Miley também fez uma turnê como ela mesma e como a personagem, chamada de Best of Both Worlds Tour (Melhor de Dois Mundos Turnê) que aconteceu entre 18 de outubro de 2007 e 21 de março de 2008. A turnê teve cinqüenta e quatro shows, quatorze a mais do que o previsto e os ingressos para os shows de cada lugar venderam em tempo recorde.

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No fim de 2007, a revista Forbes elegeu as pessoas com menos de vinte e cinco anos que mais faturaram durante o ano. Miley ficou em 14º lugar na lista.

Fonte: Vagalume

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Albums

 

 

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Hannah Montana (2006)

 

  1. This Is The Life
  2. The Other Side Of Me
  3. I Got Nerve
  4. If We Were A Movie
  5. Pumpin Up The Party
  6. Just Like You
  7. Who Said
  8. The Best Of Both Worlds

 

 

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Meet Miley Cyrus (2007)

 

  1. See You Again
  2. East Northumberland High
  3. Let’s Dance
  4. G.N.O. (Girl’s Night Out)
  5. Right Here
  6. As I Am
  7. Start All Over
  8. Clear
  9. Good and Broken
  10. I Miss You

 

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Hannah Montana 2: Meet Miley Cyrus (2007)

 

Disco 1

  1. We Got The Party (With Us)
  2. Nobody’s Perfect
  3. Make Some Noise
  4. Rock Star
  5. Old Blue Jeans
  6. Life’s What You Make It
  7. One In A Million
  8. Bigger than Us
  9. You And Me Together

10. True Friend

Disco 2

  1. See You Again
  2. East Northumberland High
  3. Let’s Dance
  4. G.N.O. (Girl’s Night Out)
  5. Right Here
  6. As I Am
  7. Start All Over
  8. Clear
  9. Good and Broken

10. I Miss You

 

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Breakout (Platinum Edition) (2008)

 

  1. Breakout
  2. 7 Things
  3. The Driveway
  4. Girls Just Wanna Have Fun
  5. Full Circle
  6. Fly On The Wall
  7. Bottom Of The Ocean
  8. Wake Up America
  9. These Four Walls

10. Simple Song

11. Goodbye

12. See You Again

13. Hovering (Feat. Trace Cyrus)

14. Someday

 

 

 

 

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The Best Of Both Worlds Concert(2008)

 

  1. Rockstar
  2. Life’s What You Make It
  3. Just Like You
  4. Nobody’s Perfect
  5. Pumpin Up The Party
  6. I Got Nerve
  7. We Got The Party (With Us)
  8. Start All Over
  9. Good and Broken

10. See You Again

11. Let’s Dance

12. East Northumberland High

13. G.N.O. (Girl’s Night Out)

14. The Best Of Both Worlds

 

 

 

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Hannah Montana 2: Non-Stop Dance Party (2008)

 

  1. One In A Million
  2. True Friend
  3. Old Blue Jeans
  4. Make Some Noise
  5. Nobody’s Perfect
  6. Rock Star
  7. Life’s What You Make It
  8. We Got The Party (With Us)
  9. You and Me Together
  10. Bigger than Us

 

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Breakout (2008)

 

  1. Breakout
  2. 7 Things
  3. The Driveway
  4. Girls Just Wanna Have Fun
  5. Full Circle
  6. Fly On The Wall
  7. Bottom of the Ocean
  8. Wake up America
  9. These Four Walls
  10. Simple Song
  11. Goodbye
  12. See You Again

 

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The Time Of Our Lives (2009)

 

  1. Kicking And Screaming
  2. Party In The U.S.A.
  3. When I Look At You
  4. The Time Of Our Lives
  5. Talk Is Cheap
  6. Obsessed
  7. Before The Storm (Feat. Nick Jonas)

 

 

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Hannah Montana The Movie (2009)

 

  1. You’ll always find your way back home
  2. Let’s Get Crazy
  3. The Good Life
  4. Everything I Want – Steve Rushton
  5. Don’t Walk Away
  6. Hoedown Throwdown
  7. Dream
  8. The Climb
  9. Butterfly Fly Away
  10. Backwards
  11. Back To Tennessee
  12. Crazier – Taylor Swift
  13. Bless The Broken Road
  14. Let’s Do This
  15. Spotlight
  16. Game Over
  17. What’s Not To Like
  18. The Best Of Both Worlds

 

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Hannah Montana 3 (2009)

 

  1. It’s All Right Here
  2. Let’s Do This
  3. Mixed Up
  4. He Could Be The One
  5. Just A Girl
  6. I Wanna Know You (ft. David Archuleta)
  7. Super Girl
  8. Every Part Of Me
  9. Ice Cream Freeze (Let’s Chill)
  10. Don’t Wanna Be Torn
  11. Let’s Get Crazy
  12. I Wanna Know You (ft. David Archuleta)
  13. Let’s Make This Last Forever – Mitchel Musso
  14. If We Were A Movie

 

 

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Can’t Be Tamed (2010)

 

  1. Liberty Walk
  2. Who Owns My Heart
  3. Can’t Be Tamed
  4. Every Rose Has It’s Thorn
  5. Two More Lonely People
  6. Forgiveness and Love
  7. Permanent December
  8. Stay
  9. Scars
  10. Take Me Along
  11. Robot
  12. My Heart Beats For Love

 

 

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Hannah Montana Forever (2010)

 

  1. Gonna Get This (feat. Iyaz)
  2. Que Sera
  3. Ordinary Girl
  4. Kiss It Goodbye
  5. I’ll Always Remember You
  6. Need A Little Love (Feat. Sheryl Crow)
  7. Are You Ready?
  8. Love That Let’s Go (feat. Billy Ray Cyrus)
  9. I’m Still Good
  10. Been Here All Along
  11. Barefoot Cinderella

 

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Can’t be Tamed (Platinum Edition)(2011)

 

  1. Can’t Be Tamed
  2. Two More Lonely People
  3. Fly On The Wall
  4. Party In The U.S.A.
  5. When I Look At You
  6. We Belong To The Music (feat. Timbaland)
  7. Nothing to Lose (feat. Bret Michaels)
  8. Wherever I Go (feat . Emily Osment)
  9. I’ll Always Remember You
  10. Joan Jett Medley
  11. The Climb
  12. Who Owns My Heart
  13. The Star Spangled Banner

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Bangerz (Deluxe Edtion) (2013)

 

  1. Adore You
  2. We Can’t Stop
  3. SMS (Bangerz) (feat. Britney Spears)
  4. 4×4 (feat. Nelly)
  5. My Darlin (feat. Future)
  6. Wrecking Ball
  7. Love, Money, Party (feat. Big Sean)
  8. Get It Right
  9. Drive
  10. FU (feat. French Montana)
  11. Do My Thang
  12. Maybe You’re Right
  13. Someone Else
  14. Rooting For My Baby
  15. On My Own
  16. Hands In The Air (feat. Ludacris)

 

 

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Bangerz (2013)

 

  1. Adore You
  2. We Can’t Stop
  3. SMS (feat. Britney Spears)
  4. 4×4 (feat. Nelly)
  5. My Darlin’ (feat. Future)
  6. Wrecking Ball
  7. Love Money Party (feat. Big Sean)
  8. Get It Right
  9. Drive
  10. FU (feat. French Montana)
  11. Do My Thang
  12. Maybe You’’re Right
  13. Someone Else